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2.26.2020

Medindo o grau de satisfação

Nos Estados Unidos, a maioria das residências tem por tradição em sua frente um lindo gramado e diversos jardineiros autônomos para fazer aparos nestes jardins.

 Um dia, um executivo de marketing de uma grande empresa americana contratou um destes jardineiros. Chegando em sua casa, o executivo viu que estava contratando um garoto de apenas 13 anos de idade, mas como já estava contratado, ele pediu para que o garoto executasse o serviço, mesmo estando indignado com a pouca idade em questão.

 Quando o garoto já havia terminado o serviço, solicitou ao executivo a permissão para utilizar o telefone da casa, e foi prontamente atendido. Contudo, o executivo não pode deixar de ouvir a conversa.
O garoto havia ligado para uma senhora e perguntava:

 - A senhora está precisando de um jardineiro?
 - Não. Eu já tenho um - respondeu.
 - Mas além de aparar, eu também tiro o lixo.
 - Isso o meu jardineiro também faz.
 - Eu limpo e lubrifico todas as ferramentas no final do serviço - disse ele.
 - Mas o meu jardineiro também faz isso...
 - Eu faço a programação de atendimento o mais rápido possível.
 - O meu jardineiro também me atende prontamente!
 - O meu preço é um dos melhores.
 - Não, muito obrigada! O preço do meu jardineiro também é muito bom. Desligando o telefone, o executivo disse a ele:

 - Meu rapaz, você perdeu um cliente.
 - Não - respondeu o garoto. - Eu sou o jardineiro dela; estava medindo o quanto ela estava satisfeita com o meu serviço.


Autor desconhecido

5.09.2016

Poder Econômico não deve ser confundido com Abuso de poder Econômico

Muita gente define ‘Poder Econômico’ como se fosse ‘Abuso de Poder Econômico’.
Aqui vamos dar um enfoque diferente onde ‘Poder Econômico’ é fundamentado na evolução dos fatores de produção. 
Como já foi visto, os fatores de produção evoluem sempre.
Recursos humanos (RH) evoluem por desenvolverem pesquisas acumulando o conhecimento que dá poder aos recursos de capital (RK) para desenvolvimento de tecnologia.

A tecnologia facilita a atividade humana que gera mais poder para produzir bens, como exemplo, produtos de informática ou serviços como o poderoso‘Google’, promovendo o atendimento de necessidades humanas e o bem-estar social.

Quanto a recursos naturais (RN), eles necessitam de consciência e informações que quanto mais poder econômico maior será a chance de ter maior sustentabilidade.

Como exemplo, pode ser citada uma unidade produtora de madeira, numa grande área cujas arvores são todas inventariadas com emprego de tecnologia digital (informação).
Há controle de arvores extraídas com relação as que nascem.
Podem até, se achar necessário, aumentar o inventário de espécies extraindo menos do que as que estão nascendo.
Isso ocorre graças à eficiência e o poder da administração.

Infelizmente há muitas pequenas unidades produtoras com baixo nível de consciência e conhecimento (falta de poder) que exploram os recursos naturais de modo predatório.

Outro exemplo é um sistema econômico que dá aos pescadores da Noruega o poder de saber até que quantidade de toneladas de peixes pode ser extraída dos mares em um período.
Veja que o poder econômico está sempre relacionado com a informação. Pois dizem (dito popular) que: detém o poder aquele que detém a informação, e faz uso dela.

Desse ponto de vista, podemos dizer que: Quanto mais evoluídos forem os fatores de produção de um sistema econômico maior será o ‘Poder Econômico’

Abuso de Poder Econômico
Dentro de um sistema econômico pode surgir oportunidades, para uma unidade produtora obter vantagens de quem tem menos poder.
Desse modo podemos entender que abuso de poder econômico é a prática abusiva de um poder e não um conceito.
Exemplo:
- Bancos no Brasil debitam arbitrariamente e de modo constante, nas contas de clientes pequenas taxas.
- O governo pode fazer uso do poder que tem e criar leis que permite cobrar impostos abusivos

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Witer Brasil é consultor em Administração de Empresas com especialização em Marketing e Comunicação.  Como professor leciona Economia, Marketing e Estatística. witerbrasil@gmail.com Fone 31-9116.9123/31-3681.8844
 

10.07.2015

O que é mais importante? A maior economia ou a maior renda per capita?

P/ Wíter Brasil

Vi pela televisão o pronunciamento de um ex-ministro do governo dizendo que o Brasil é a sétima maior economia do mundo, como se isso pudesse justificar o ajuste fiscal para cobrar mais impostos. Diante do fato, fiquei inconformado e a imaginar, será que esse ministro não sabe que mais importante que ser uma grande economia é ter melhor renda per-capta? Ou o seu pronunciamento não era sincero, foi apenas com a  intenção de justificar para o povo suas intensões estratégicas para ganhar confiança partidária de um público desinformado; coisa própria de sua ideologia politica? 

Do que serve um país com grande economia e com tanta gente pobre e muitas obrigações com impostos?

Entendo que existem países ricos cuja economia não é tão grande, mas onde o povo detém boa participação na  renda e países com governo rico, às vezes, sendo idolatrado pelo povo pobre. É o caso de países cujos governos tendem a se perpetuar no poder, conforme tem revelado a história.
Agora vejamos em que lugar o Brasil figura no ‘rank’ dos países por PIB per capita, que define a distribuição de renda?

Acho que uma posição bem distante dos primeiros colocados não é uma situação satisfatória e nem desejável, depois dos 60º. Veja em wikipedia e em outras fontes:



https://pt.wikipedia.org/wiki/Lista_de_pa%C3%ADses_por_PIB_nominal_per_capita


6.04.2015

O GRANDE PAPEL DO MARKETING NA SOCIEDADE



p/Witer Brasil


1 - Limpeza do meio ambiente um compromisso ético.

Para lançar no mercado um produto ou serviço, o Marketing aplica muitas técnicas fundamentadas em princípios científicos motivando consumidores a comprarem e deixá-los emocionados e encantados com o produto comprado.

Até ai está muito bem, as pessoas ficam felizes, consomem mais, as empresas faturam, geram empregos e o governo recebe impostos que são aplicados em obras e serviços, também em beneficio das pessoas.


Mas como tudo tem suas conseqüências, podemos perceber que o ambiente sofre agressões por embalagens de difícil decomposição e muitas vezes confeccionadas com material impossível de ser reciclado.

São poucas as empresas que desempenham suas atividades de Marketing plenamente, que tem consciência, que preocupam com o meio ambiente cumprindo o seu compromisso ético de contribuir para a limpeza e conservação de recursos ambientais. No afã de vender e faturar alto entulham a natureza com residuos de produtos feito para encantar pessoas, pelas pessoas. Nenhuma instrução para o consumidor de como descartar corretamente uma embalagem.

Faltam esforços voltados para o bem estar social (Marketing Social) o que Almeida (2002) chama de ecoeficiência.Apesar de tanta indiferença, existem alguns casos interessantes de empresas, que poderia servir de exemplo para as demais, já com uma mentalidade cultural mais evoluída e imbuída de um espírito de marketing ecoeficiente. Além de que, isso já deveria ser uma filosofia do próprio marketing em todas empresas do mundo para manter a limpeza e equilíbrio do meio ambiente.

A revista de negócios Exame (24 de maio de 2006, pg. 99) publicou a seguinte noticia:
“A HP está levantando a bandeira de que as empresas de eletroeletrônicos devem ser responsáveis pelos seus produtos depois que os consumidores os jogam no lixo. Em 2005 a HP recolheu mais de 2,5 milhões de equipamentos – parte deles doados ou vendidos no mercado de produtos usados – e reciclaram mais de 70 mil toneladas de sucata. Seu programa de reciclagem é o maior do mercado de eletrônicos”.

 A responsabilidade, pelos produtos ou embalagens após o uso, propõe ser uma questão óbvia das empresas, já que a criação dos materiais geradores dos problemas de impacto ambiental é do próprio marketing. Almeida (2002, pg. 119) cita um interessante caso da Interface Fooring Systems, maior fabricante de tapetes e carpetes comerciais do mundo:
Essa empresa já conseguiu evitar que mais de dois milhões e quinhentos mil metros de carpetes aumentassem os depósitos de lixo. Destes, um milhão de metros deixaram de ser jogados na natureza só no ano 2000. Essa marca foi alcançada graças a um criativo programa de reaproveitamento, que a empresa oferece como um serviço para os clientes. Por meio desse serviço, batizado de ReEntry a Interface se compromete a pegar de volta o carpete após um determinado período preestabelecido com o próprio cliente no momento da compra. E responsabiliza pela gestão do final de sua vida útil.

Casos semelhantes são utilizados pelos fabricantes de pilhas e baterias que também se responsabilizam pelo destino dado aos seus produtos quando perdem a utilidade para seus consumidores. A empresa Monsanto fabricante do herbicida “Roudup” vende esse produto com o compromisso de ter a embalagem devolvida após o produto ser consumido.A grande diferença, no caso, é que esses são exigidos por lei, por causa da toxidade de componentes usados na fabricação.  A interface e outras empresas já fazem isso voluntariamente se credenciando ao Marketing de ecoeficiência. Há ainda, citações populares de uma empresa, fabricantes de tênis nos EUA, que paga em dólar o valor correspondente às despesas de correios para devolução à fábrica do tênis quando o consumidor achar que deve ser descartado. Existem muitos casos esporádicos de empresas que já podem ser consideradas ecoeficientes, contudo para reduzir o volume gigantesco de materiais descartados em lixões, os casos existentes são insignificantes e apenas bons exemplos de um padrão desejável.  

2 - Preservação dos Recursos Naturais (Sustentabilidade) Ficar sem explorar a natureza, de maneira radical, como defende algumas ONG’s, é praticamente impossível. O homem necessita dela para a sua sobrevivência. Por isso, é importante desenvolver uma educação ambiental que conscientizem pessoas a explorar a natureza com respeito e racionalidade. 

 Arendt (1906-1975) “A Natureza é a única testemunha o tempTer respeito à natureza significa entender a gratidão que devemos ter pelo que ela permite a existência de nossa vida.  o todo, de nossa existência nesse mundo”. Explorar a natureza com racionalidade é a necessidade urgente que os setores (Governo; ONG’s e Empresas) com a criatividade das suas áreas de marketing, precisam desempenhar orientando e fiscalizando com eficiência, projetos bastante apropriados de recuperação de áreas exploradas. O jornalista Marcelo Leite, citado por Bernardo Esteves no site (http://ich.unito.com.br/3935), explica que a exploração racional de florestas, por exemplo, é um interessante negócio para as empresas e que a floresta não está ai para ficar intocável para sempre. Ele mostra que a extração sustentável de madeira é 35% mais rentável que a predatória. Isso porque "Danificando menos a mata, sobretudo árvores mais jovens, e também preservando árvores adultas de menor qualidade para que continuem a reproduzir-se, o manejo florestal garante uma reposição mais rápida da madeira com valor comercial", explica Leite.

Um interessante caso de sustentabilidade, e excelente negócio para as empresas é colocado, também,  por Almeida (2002, p.92 a 93).

Quatro empresas brasileiras fazem parte do Índice Dow Jones de sustentabilidade, o índice bolsista criado em 1999 para ajudar investidores internacionais em busca de ações diferenciadas no mercado e privilegiar empreendimentos que aliem solidez e rentabilidade financeira a uma postura de ecoeficiência e responsabilidade social. A Cemig, os bancos Itaú e Unibanco e a Embraer integram o seleto grupo internacional de 312 empreendimentos escolhidos em 2001 para compor o índice. Para fazer parte do índice Dow Jones de sustentabilidade [...] as empresas são submetidas a uma rigorosa seleção. Na ultima analise, 2500 empreendimentos de 26 paises foram avaliados. Os que passam no teste sinalizam aos investidores que sua capacidade de gerar mais lucros em longo prazo para os acionistas está associada a uma filosofia de desenvolvimento sustentável. A Cemig (Companhia Energética de Minas Gerais) é um dos empreendimentos brasileiros escolhidos por dois anos consecutivos. Como resultado da exposição do seu nome em revistas financeiras especializadas, a empresa comemora um número cada vez maior de consultas de investidores do exterior. [...] contribuíram para a inclusão da empresa mineira no DJSI a produção anual de um milhão de alevinos para repovoamento dos reservatórios de suas hidroelétricas [...].

3 - Conclusão - aspectos culturais e hábitos no descarte de resíduos
Para concluir esse trabalho, foi necessário a coleta de dados primários para entender e confirmar o suposto de como as pessoas descartam seus resíduos úmidos e sólidos. Usando técnica de observação em cozinhas de apartamentos e casas onde foi possível o acesso para esse trabalho, sempre que surgia a oportunidade e em dias diferentes, no espaço de quatro meses. Foram obtidos resultados, com uma amostragem, praticamente padrão em 22 casos observados. Isto é, mais de 99% das pessoas tendem a descartar papéis, plásticos, metais e vidros, misturando-os aos resíduos úmidos que deveria ter um destino totalmente diferente, fabricando assim o verdadeiro lixo. Na lixeirinha onde deveria ser apenas de resíduos úmidos ou orgânicos, foram encontrado embalagens de plásticos de frango, embalagens de biscoitos e até latinhas de refrigerantes.

Resíduos Úmidos: são restos de alimentos que descartamos para o seu preparo ou quando é feita a limpeza de panelas e restos de frituras. É aquele material que fica no ralinho da pia quando lavamos a louça e que é descartado corretamente na lixeirinha. Esse é um material orgânico de origem animal ou vegetal que pode ser facilmente devolvido a natureza, de onde veio, em forma de adubo e altamente conveniente ao meio ambiente. Seu destino deve ser a compostagem e não aos lixões. Resíduos Sólidos: pode ser entendido por todo material que geralmente vem da indústria assim como, plásticos, papeis, metais e vidros (ppmv). É preciso entender que esse material não é lixo. Vidro não é lixo, papel não é lixo, metal está longe de ser lixo e plástico muito menos. Trata-se de um material reciclável que deve ser devolvido a indústria e por isso não deveria ser misturado aos resíduos úmidos. Podemos também, concluir que quando é jogado um pedaço de papel ou plástico em uma lixeirinha de resíduos úmidos, ai sim, está sendo feito lixo e tirando a condição de que a coleta seletiva se realize com eficiência.

Outra conclusão é que as pessoas não estão sendo conscientizadas e nem adquirindo educação ambiental. Um verdadeiro exemplo da falta de educação e conscientização foi resultado de observação feita em recipiente para coleta seletiva em escolas e em Shoping’s de Belo Horizonte, locais onde se supõe ser freqüentado por pessoas com nível de educação considerável. Nos recipientes destinados a papéis foram encontradas embalagens de iogurte, outros tipos de plásticos, resíduos de sanduíches. No recipiente disponível a tudo em comum, não tem como fazer coleta seletiva e conseqüentemente, por não plásticos foram encontrados papeis, vidro etc.

Dessa forma, sem nenhuma seleção e como se fosse conseguir uma escala de volume viável economicamente, a atividade pode até ser inviabilizada.A solução para problema desse tipo parece mais adequada a um esforço de comunicação através de formadores de opinião, como o marketing das grandes redes de televisão, expondo exemplos de procedimentos corretos no descarte dos resíduos em novelas, por celebridades. Essa estratégia já se confirmou ser eficiente para gerar hábito, como no deuso do cinto de segurança nos carros.   

Uma comunicação com mais ênfase através das próprias embalagens, orientando o consumidor a descartartá-las também seria uma forma de contribuição desejável e até conveniente ao marketing. Desse modo podemos entender que um grande problema não é a reciclagem ou coleta seletiva e sim o “Descarte Seletivo” principal gerador dos grandes lixões. REFERÊNCIA BIBLIOGRAFICA: SILVA, Carlos Eduardo Lins de.Ecologia e Sociedade. São Paulo: Loyola, 1978.ALMEIDA, Fernand. O Bom Negocio da Sustentabilidade. Rio de Janeiro: Nova Fronteira 2002.FILIPPI JÚNIOR, Arlindo. (Org). Saneamento do Meio. São Paulo:Fundacentro, Universidade de São Paulo, Faculdade de Saúde Publica, Depto. De Saúde Ambiental, 1992.BERTON, Ronaldo S. Valadares ( é umnome só? São dois autores?). Potencial Agrícola do Composto de Lixo Urbano. São Paulo: O Agronômico, 1991.INSTITUTO GEA, (http://www.institutogea.org.br/26.htm)

Rev. Exame, p. 99 – maio. 2006

(www.lixo.com.br), Pólita Gonçalves e Roberto Ibárgüen(http://images.google.com.br/imgres), Andréa Cusatis, engenheira florestal do Núcleo de Recuperação de Áreas Degradadas do Ecossistema. (http://www.cecae.usp.br)(http://ich.unito.com.br/3935), Marcelo LeitePublifolha (coleção Folha Explica), 2000.Arendt, Annah. A Condição Humana. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 2005. 

2.28.2007

“ Pague pelo seu lixo ”: é mais justo




País: UK
Fonte: Warmer Bulletin Enews #35-2002
Data: 10/ 2002
Enviado por: Kit Strange, Warmer Bulletin
Curiosidade (texto): Você pode achar esta parte da publicação americana. New Hampshire News (quinta-feira, 26 de setembro) de interesse. .

A casa padrão em Portland, Maine, colocava três sacos de lixo na calçada a cada semana antes de a cidade começar a cobrar os residentes por cada saco recolhido.

"Agora, a maioria das pessoas joga fora um saco," diz Troy Moon, coordenador sanitário de Portland. "Isso significa 8.000 toneladas de lixo que nós pagávamos para nos livrar que não pagamos mais". Ou seja, uma economia de mais de $700.000 para a cidade, que possui uma população correspondente a dois terços de Manchester, cidade que está considerando a idéia.

"O que o programa faz é criar um incentivo econômico para que as pessoas parem e olhem o que estão gerando", diz Ellis. Cria também um sistema mais justo: as pessoas pagam somente pelo lixo que geram e não reciclam.

A quantidade de material disposto nos aterros ou levado para locais afastados cai de 25 a 60 porcento nas comunidades de todo o país depois que o programa é adotado, de acordo com Ellis. Os números variam muito, diz, porque alguns lugares que antes não tinham nenhum programa de reciclagem passam a ter um.

Ellis diz que as pessoas querem reciclar e ajudar o meio ambiente. O custo dos sacos de lixo varia de 75 centavos a $2,25 dependendo do tamanho e do local. Manchester está considerando $1 por saco. Em Sanbornton, os residentes aprovaram o programa em 1994, começando em janeiro seguinte e reafirmando sua decisão em reunião municipal em março de 1995.

"Todas as pessoas disseram, ' De jeito algum , nós gostamos de como está funcionando. Não queremos pagar pela parte dos outros , diz Mary O'Brien, gerente da estação de transferência da cidade. "É uma taxa de uso como a eletricidade e o telefone. Quanto mais cuidado você tiver, menos irá custar", diz ela. O rendimento da venda dos sacos cobre o custo do transporte do lixo para um lugar afastado. “Isso não está saindo mais dos impostos (de propriedade)", diz.

Dover, diz Ellis, criou um fundo empresarial onde o custo e rendimentos do lixo estão em uma conta separada do fundo geral e não afetam a taxa de imposto. Troy Moon, de Portland, disse que trabalhadores e líderes da cidade necessitam mostrar aos residentes os benefícios do programa. "Eu acho que toda a cidade que quiser começar este programa tem que fazer, antes de mais nada, um programa de educação."